
Luís Ruffato é um amigo virtual, muito antes do surgimento da palavra virtual. Trocávamos correspondência na era pré-email e isto só foi interrompido com o surgimento da internet.... Não acreditam? Perguntem a ele...
Ruffato ainda não era um dos grandes escritores do Brasil, mas já era um grande homem, uma figura ímpar.
Ele, que se firmaria como um dos grandes romancistas do Brasil, surgiu em minha vida como poeta. E sempre admirei os versos de sua lavra. Pra mim, ele será sempre o poeta. Um poeta imenso.
E, hoje, quero postar um poema dele.
Uma poema-letra de canção, brilhantemente musicado pelo juizforano Luizinho Lopes, outro amigo querido.
É pra ver-ouvir... e propagar.
EM MIM
(Luizinho Lopes – Luiz Ruffato)
E A SOLIDÃO QUE ORA SINTO
ABISMOS ABISSAIS
E A SOLIDÃO QUE ORA SINTO
ABISMOS ABISSAIS
NÃO É MONTANHA APÓS MONTANHA
É ALGO MAIS
CÉU SOBRE AS MINAS
MÃOS SOBRE AS MINHAS
TALVEZ NÃO ENTENDA
A LENDA SILENCIOSA EM MIM
TALVEZ NÃO ENTENDA
A LENDA SILENCIOSA EM MIM
NÃO É COSTUME APÓS COSTUME
É MUITO MAIS
NÃO ESTÁ EM MIM SÓ
ESTÁ EM MIM
EM MIM EM MIM EM MIM
NAS GERAIS